Ainda estou com as coisas do último post na cabeça e gostaria de fazer (pelo menos) dois adendos:

- Falando da Grace eu lembrei da Taylor Momsen; ela foi a Jenny de Gossip Girl (minha personagem preferida da série, que eu assisti e curti, deal with it) e é a vocalista de uma banda muito top, então já bateu vontade de ser Taylor Momsen também; já bateu vontade de ser Jenny. Mas a Taylor tem uma vibe meio dark que a Grace não tem, então a Grace ainda ganha, pra mim.

- Sobre provar algo pra alguém e me importar com a opinião dos outros.. Continuei pensando sobre isso e acho, sinceramente, que o que acontece comigo é o medo de me tornar hipócrita, é um desejo de ser coerente. Se é pra ser corajosa, que eu seja. Se é pra ser “certinha”, que eu seja. Acho que meu desejo é me apegar às minhas qualidades e quando as oportunidades de escolher aparecerem que eu escolha as virtudes, que eu escolha a vulnerabilidade, a extroversão, a empatia mesmo que seja difícil, porque é assim que eu tenho sido e é assim que eu quero ser. Lembrei um pouco duma música do Paramore, a Hayley canta assim: “if I a woman with no fear, just like I clame I am..” e comigo é mais ou menos isso, se eu me acho corajosa ou qualquer outra característica (que eu julgo boa, positiva) eu vou me esforçar pra refletir isso nas minhas escolhas, nas situações em que essas características forem colocadas à prova. O medo de não ser de um jeito me encoraja, o medo de ser menos “eu” me motiva.
Ficou curtinho esse post, sinto que ele meio que um pedacinho que completa o última e confirma uns outros. Vou deixar a música do Paramore e umas da Taylor aqui pra você..:
(uma música dark da Taylor/ The Pretty Reckless:)
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